Do auge no Real Madrid ao reencontro explosivo: o ex-'intocável' que quer HUMILHAR seu ex-clube na Champions!
Ele já foi joia brilhante no Bernabéu, protegido como os atuais astros Vini Jr. e Rodrygo. Mas o destino escreveu outro roteiro: hoje, com outra camisa, ele encara o Real Madrid não como ídolo, mas como INIMIGO. Será vingança? Redenção? O palco da Champions está armado para um confronto cheio de história, saudade e sangue nos olhos. Prepare-se para um duelo que promete FOGO!
CHAMPIONS LEAGUE
Lucas Gabriel Pereira
4/8/20253 min read
Vini Jr. e Rodrygo comemorando juntos, sorridentes e abraçados, em um jogo do Real Madrid.


Arsenal e Real Madrid entram em campo nesta terça (8), às 16h (de Brasília), em Londres, em busca de uma vaga na semifinal da Champions League. Mas para Martin Ødegaard, o duelo vai além da classificação: é o reencontro com o clube que o projetou como fenômeno global.
Aos 15 anos, ele já vestia a camisa da Noruega e, em 2015, assombrava o mundo com seu talento – tanto que o Real Madrid não resistiu e o contratou como a joia mais cobiçada do futebol. Agora, quase uma década depois, o craque volta para provar que virou lenda em outro lugar.
No Real Madrid, Ødegaard começou nas categorias de base, mas precisou provar seu valor longe da Espanha. Passou por Heerenveen (Holanda), Vitesse e Real Sociedad em empréstimos consecutivos - uma jornada de aprendizado que moldaria seu futuro.
Só em 2020/21 ganhou chances reais no time principal: após meros 30 minutos em 2015, teve dez aparições (duas como titular) antes do Arsenal surgir como salvador. Em seis meses de empréstimo, o norueguês brilhou em 20 jogos - tanto que até o Real Madrid reconsiderou seu potencial.
Prova disso? Em abril de 2021, o Marca o colocou na capa ao lado de Vini Jr., Rodrygo e Valverde como 'intocáveis'. Mas o destino reservava outro caminho: 'Quero estabilidade. Estou feliz no Arsenal', confessou o meia, que após a pré-temporada no Madrid, optou pelo projeto ambicioso dos Gunners.
Hoje, como capitão e peça-chave em Londres, Ødegaard prova que às vezes o 'ex' é a melhor versão de si mesmo."


Odegaard com a braçadeira de capitão do Arsenal e em sua apresentação no Real Madrid
"Foi a visão do clube e do técnico que me conquistou – o projeto ambicioso, o estilo de jogo que queriam implementar e, principalmente, como me enxergavam dentro desse sistema. Eles tinham um plano claro não só para o time, mas para o meu desenvolvimento. Me mostraram exatamente o que eu poderia agregar e como poderiam me ajudar a evoluir", revelou Ødegaard em março de 2022.
Desde sua saída definitiva do Real Madrid, o norueguês se tornou alma do Arsenal: 167 jogos, 38 gols e a braçadeira de capitão. Em outubro de 2023, embora tenha valorizado sua experiência espanhola, não hesitou: "Foi a melhor decisão da minha carreira"
"Minha época no Real Madrid foi importante para minha carreira. Foi um período de aprendizado intenso - treinei com os melhores do mundo, amadureci como jogador e como pessoa. Alguns podem questionar minha passagem, mas guardo apenas coisas boas. A saída? Foi a escolha certa. Precisava jogar mais, evoluir, e talvez minha oportunidade no time principal tenha chegado cedo demais", refletiu Ødegaard.
"Não me arrependo nem por um segundo. Cada minuto em Madrid me ajudou a chegar onde estou hoje. É o maior clube do mundo, onde a pressão é enorme - ainda que naquela época o foco fosse em lendas como Cristiano Ronaldo e Beckham. Mas hoje, vestindo a braçadeira do Arsenal, sei que foi o caminho certo", completou o capitão norueguês.
Nesta terça-feira, Ødegaard terá a chance perfeita para mostrar ao Bernabéu como aquele jovem promessa se transformou em um líder completo - e provar que, às vezes, para brilhar no topo, é preciso primeiro encontrar o lugar certo para crescer.
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